10 de jan de 2011

Até cair...

Ainda há muito o que fazer
Muito chão para andar
Muitos pensamentos para pensar
Muito álcool para consumir
Muita música para ouvir
Muito prazer para sentir
Muito rock para consumir, ouvir, sentir e produzir

E eu vou fazer isso até o final...
Até cair
Com uma guitarra nas mãos e um sorriso congelado.

1 de jan de 2011

Um conto de cabo a rabo

Tirado do livro mais sem-sentido que eu já li, é o conto que o Rato conta para os animais presentes e para a protagonista explicando porque ele não gosta de gatos e cães.

"Fúria disse para o Rato
Ao encontrá-lo no ato:
'Vamos já ao tribunal, lá te darei um processo.

Vamos, não venhas com lamento,
Vamos ao teu julgamento.
Esta manhã eu estou, só para isso, em recesso.'

Disse o Rato ao Cachorro:
'Tal julgamento, socorro!
Sem júri e sem juiz, é desperdício de corte.'

'Serei o júri e o juiz.
Eu, caçador de perdiz,
Julgarei a causa toda e a sentença é a morte.'"

E no fim...

Um bom ano.
Mais que isso, um ano cheio de decisões, escolhas e caminhos.
Mas e aí, e agora? Qual o rumo desse barco? Vamos deixar o leme solto e decidir ou vamos calcular a rota com mais precisão que os óculos da Elemar?
É, um ano que se foi e as coisas mudaram tanto que algumas continuam na mesma. Mas sempre do melhor jeito possível, claro.
Comecei a trilhar um caminho que vai dar muita dor de cabeça, mas o melhor de tudo é que a qualquer momento eu posso sair, esquecer tudo e voltar a viver uma vida normal.
E então, é isso. Guitarra afinada, conectada e no último volume, pronta pra o que der e vier.